segunda-feira, 2 de julho de 2012

Recordando Encontro de Oliveira de Frades (2008)


Depois de uma longa caminhada, de um justo descanso, de uma sombra à nossa espera, de água fresquinha ... por que não uma cantiga para animar e retemperar esforços para prosseguir?

Alfredo "Smith"

Recordando e homenageando um bom amigo.
Uma canhota!

terça-feira, 26 de junho de 2012

OLIVEIRA de FRADES - 2012

Para conforto moral do autor destas linhas, é bom que aceitem a confissão de que é com desgosto que adoto uma conduta contrária ao meu modo de pensar. Clarificando:em termos de valores, para mim,o coletivo sobrepõe-se ao individual.
Hoje tenho de destacar indivíduos, para apelar a todos os meus companheiros de infância no CCXI para valores objetivos. No seu estilo peculiar, o Helder atribui-me uma importância na organização dos nossos Encontros que não é verdadeira. A maioria dos encargos materiais – não parece, mas há – recaem sobre ele e o Pereira.Eu só gasto tempo. Felizmente é por uma boa causa.
O ROGÉRIO tem sido nos últimos anos a alma dos nossos convívios.Quem diria que ele tem problemas de saúde? Está muito mais resistente do que qualquer um de nós. Arriscamo-nos a sofrer “uma coisinha má”, pois ele não nos deixa respirar.É rir do primeiro ao último minuto, com o rol de histórias que ele traz engatilhadas. Bem, é verdade que continuamos a comer, enquanto a dose reforçada de sopa dele esfria, esfria...
Já é tempo de dizer quem compareceu ao Encontro: Chefes Ribeiro e Lucilia António Pereira, esposa Elsa e filhos Gonçalo e Leonardo;Fernando Bastos, Francisco Teixeira Homem e esposa Madalena,Helder B. E esposa Milú,José Guerra e esposa Luísa,Luis Bastos, Manuel Ribeiro e esposa Lurdes,Nelson Mendonça,Nuno Santos, esposa Ana, irmã Luzia e cunhado Moisés,Rogério Andrade.
Todas as refeições se iniciaram com o habitual hino, a que se seguia um brinde em honra dos presentes e ausentes, em especial dos impedidos de participar por motivos de força maior. Ainda assim as novas tecnologias permitiram que recebessemos telefonemas do José Dinis, no Malawi; do Oliva, no Lubango e do Rui Espinha, em Lisboa. No jantar de sexta-feira, soubemos de novidades da nossa metrópole, pois contámos com a presença do Caçula e esposa.
A atividade desportiva, após o almoço de sábado, constou de um “Mundialito de Malha”, que apresentou as seguintes novidades: o kit das ditas era todo “maricas”, o que facilitou a participação das senhoras. Como as malhas tinham sido esmeriladas (?)já não aleijavam as mãos, mas levantaram suspeitas: a equipa vencedora, BrazPer, era a dona do kit!!
O que se seguiu aos banhos retemperadores de forças, justificava reportagem televisiva. Mas, ainda, não temos ninguém nesse departamento.Houve uma sessão de...como se diz?transformismo?Enfim...um surpreendente travesti revelou todos os seus dotes! Os proprietários do restaurante queriam contratar o profissional...mas o cachet era elevado! Para finalizar o jantar, procedeu-se à entrega dos troféus –lindos!oferta do casal Ribeiro de Aveiro – aos vencedores do Mundialito. Por volta da meia noite procedeu-se ao lançamento de balões de S.João, comemorando condignamente a data.O autor destas linhas não disfrutou do momento, que foi considerado inesquecível, porque devia várias horas de sono aos lençóis. Especialmente os debutantes – parece que a maioria – não se cansou de elogiar a iniciativa do...adivinhem!
A manhã de domingo trouxe uma surpresa ao grupo: uma sessão de autógrafos. O Teixeira Homem publicou o livro sobre o grande sportsman aveirense MÁRIO DUARTE. E nós felicitámo-lo pelo feito. Pode ser o pontapé de saída para publicarmos o nosso, com as histórias do CCXI. O Chefe Ribeiro incentivou-nos a tal...uma vez mais.E aqui, retomo a minha linha de pensamento habitual: o coletivo pode levar essa tarefa avante.Ou não tivesse eu ido, entretanto, assistir a uma conferência de Desmond Tutu. No momento da publicação deste post, não tenho forma de o ilustrar.Ficamos à espera de uma foto por repórter. SEMPRE ALERTA

Encontro de Amigos

Zézé Monteiro Pinto, eu e o irmão.
Foi a última vez que nos encontrámos, talvez em 2006 ... por aí!

sábado, 12 de maio de 2012

Mais um de nós que parte

De seu nome completo MÁRIO JOSÉ DA GRAÇA MONTEIRO PINTO. Nesta 2ª feira dia 14 será a despedida na Liga Nacional Africana. Na Terça o corpo embarca para Lisboa aonde vivem seus Pais e irmâs. Será cremado. As suas cinzas voltam a Angola rumo à Tundavala. O Mário Pinto tb conhecido por Zé-Zé começou como escuteiro no acampamento da Vila Arriaga. CANHOTA

terça-feira, 20 de março de 2012

Só pode ter sido escuteiro

Agora clica em cima do Link para ver a boa ação ...

http://www.youtube.com/watch?v=5EVxwz81WLo

domingo, 29 de janeiro de 2012

POR UMA BOA CAUSA

Associem-se

http://www.facebook.com/groups/220863584641588/

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

1º Encontro - Figueira da Foz



Estávamos para aí no ano de 1977 (salvo erro, porque o PDI já não ajuda), quando o Smith se lembrou de convocar os disponíveis para o 1º Encontro dos Escuteiros do CCXI no exílio.
O lugar acordado foi a Figueira da Foz, e num Sábado para lá se dirigiram o Dinis, o Luís, o Oliva, o Pereira, o Quim (que veio de mota, como é visível na foto) e o Rogério. O Smith, como bom organizador que era, não apareceu! Tal facto viria a repetir-se mais algumas vezes em encontros futuros, em que ou não aparecia, ou se perdia e chegava tarde e a más horas! E, para começar em grande, assim aconteceu, pois era meia-noite quando fomos pela última vez à estação da CP da Figueira e do Smith nem sombra.
Com esta importante e inesperada baixa nos nossos efectivos, lá procurámos local para pernoitar, e o que nos pareceu melhor e mais prático foi em plena praia junto ao paredão, já na zona de Buarcos, onde então montámos a “barraquinha” (mais há frente explico o porquê do diminutivo) do Pereira.
Sendo a Figueira da Foz uma cidade com um Casino, deveria impor-se uma visita. Só que, devido às parcas possibilidades financeiras existentes na altura, desistimos da ideia e optámos por passar o tempo num dos primeiros jogos electrónicos de que há memória: aquele ecrã tipo televisor com uma rodinha de cada lado, que fazia movimentar um traço procurando acertar numa bola que ia e vinha ao longo do ecrã, simulando um jogo de ténis. Isto deve ter sido o precursor das PlayStations, e nós estivemos lá!
Do jantar de que já não recordo a ementa nem o local, sobrou-nos um enorme melão! Alguém terá dito que ele estava muito rijo e que teria de ser amaciado. Para isso, o Rogério, que era aluno de Agronomia, como tal com ligações ao “ramo”, sugeriu que se realizasse uma espécie de jogo de râguebi em que a bola seria o dito cujo. Assim, aí pelas quatro da manhã, em plena praia de Buarcos, foram avistados seis marmanjos aos trambolhões e a atirar com um melão à cara uns dos outros. Quando nos pareceu que a “bola” já estaria mais ou menos amolecida, lá serviu de sobremesa.
Como a madrugada já despontava, havia que passar pelas brasas, e lá fomos até à tal barraquinha do Pereira. E digo “barraquinha” porque era isso mesmo, só lá deveriam caber 2 pessoas e à rasca! E digo “deveriam” porque acabaram por lá entrar cinco! Só o Pereira, que devido a ser o dono da mesma (noblesse oblige) e por ser o mais avantajado de todos, teve de dormir ao relento dentro do saco-cama.
Mal ou bem lá se descansaram umas horitas, e quando a manhã do dia seguinte já ia adiantada e muitas pessoas circulavam pelo calçadão de Buarcos, deu-se a alvorada. E como a barraca estava mesmo encostada ao paredão, qual não foi o espanto de algumas pessoas quando viram o Pereira a “despir” o saco-cama e a ficar só em cuecas!
Depois de um banho nas águas geladas da Figueira, para despertar dos excessos e da noite mal dormida, preparámo-nos para a longa caminhada até à “terra” do Quim, onde era dia de festa na aldeia. O Quim, esperto, foi de mota a abrir e a indicar o percurso, e nós desgraçadinhos lá fomos atrás dele estrada fora (creio que ainda palmilhámos uns bons quilómetros), tendo chegado à povoação era já noite serrada.
Fomos agradavelmente surpreendidos pela recepção à nossa chegada, especialmente por parte de uma jovem muito simpática e “algo boa”, à qual começámos a fazer “olhinhos”. Sol de pouca dura, porque logo a seguir foi-nos apresentada pelo Quim como sendo a sua cunhada! Enfim! Anos mais tarde voltaria a encontrá-la em casa do Quim, em Faro, e só posso dizer que a impressão inicial que nos tinha ficado da sua simpatia se manteve. Ela é a simpatia em pessoa.
Mas a festa estava animada, e proporcionou-nos um resto de noite muito agradável, tendo-nos depois sido cedido um local para pernoitarmos. No dia seguinte seria o regresso às nossas casas, levando na bagagem o sentimento de que tínhamos iniciado e tornado possível o slogan de que “só as montanhas jamais de encontram”.
E foi mais ou menos assim, tirando alguns pormenores a acontecimentos que a memória já não alberga, que se passou o nosso primeiro encontro em terras de Portugal. Seria o precursor de muitos mais que ao longo dos anos se vêm realizando e que têm feito manter acesa a chama da amizade e da camaradagem dos “velhinhos” do CCXI, e que permitiram também o conhecimento e o contacto com as famílias que entretanto fomos criando.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O ex-CCXI está vivo!


Este fim de semana foi particularmente quente, em todo o Portugal. Oliveira de Frades, aqueceu um pouco mais, graças ao Encontro anual dos Escuteiros do ex-CCXI.
Para além dos anfitriões: a família Pereira, o calor humano ficou a dever-se a João Ribeiro e esposa, José Barradas e esposa; José Braz, Manuel Ribeiro e respectivas esposas, Alfredo Daniel (Smith) e seus sobrinhos Patrícia e David, Fernando Bastos, José Dinis, José Guerra, Luís Bastos, Mário Russo, Nelson Mendonça, Nuno Santos e Rogério Andrade.

As actividades iniciaram-se na noite de sexta feira, pois a gastronomia de Lafões faz recordar a nossa Huíla. Contudo, o sábado proporciona a maior concentração dos amigos de infância/juventude que se reúnem na nossa sede no “Ultramar” e, por isso, nos esforçamos por cumprir um programa aliciante (para além dos pitéus).
Depois de apreciar a versão local do churrasco da Arimba, dirigimo-nos à Feira Medieval (cartaz anexo). Apesar da aprazibilidade do local – zona verde servida por um irmão do Mucufi – foi necessária alguma capacidade de desenrascanço para usufruir de uma sombra e ter pena de alguns protagonistas da Feira, cujas vestes expressavam bem a imagem da época, mas provocavam excesso de suor. E certamente, sede. Nós, mais desportivamente trajados, tivemos muita sede. Depois de fazer o câmbio dos euros pela moeda local, tivemos acesso a cerveja fresca servida em copos fabricados em material da região – argila negra? E a certa altura, o Rogério decidiu oferecer-nos vinho!!!!!!!! Apesar de fresco, as recusas foram várias. Ninguém queria correr o risco de “fazer misturas”. Não há provas de que o Rogério tenha deitado o vinho ao rio…

Para abrir o apetite, organizou-se um “torneio internacional” de jogo da MALHA!
Dado o valor dos contendores, foi necessário constituir uma equipa de juízes de prestígio internacional. (Não é conhecida a realização de qualquer jantar, fora das instalações do Encontro!)
A vitória foi atribuída a uma dupla muito conhecida desde os tempos da “RODA”:
Braz/Pereira.


O jantar foi, simultaneamente, um momento de trabalho. No seguimento das decisões tomadas o ano passado, continua-se a reunir o espólio do CCXI. O Barradas trouxe imenso material e muitas, muitas novidades para a maioria de nós. Por exemplo: quem sabia que o 1º programa radiofónico de escuteiros foi “Juventude em Foco”, no Rádio Clube da Huíla?

Creio que já era domingo, quando começámos a “lutar” com as imensas sobremesas, que iam sendo colocadas na mesa, enquanto os diversos oradores relatavam a história do movimento juvenil na ex-Sá da Bandeira, onde se incluía o Escutismo. Antes do almoço, a disciplina adquirida nas imediações da Sé Catedral, viabilizou uma reunião onde se fizeram projectos.

De imediato, todos nos devemos envolver na recolha de recordações das nossas actividades entre 1964/65 e 1975.
Todas as formas de contribuição são válidas. Admite-se que as TIC sejam a via privilegiada, mas ninguém deve alegar dificuldades nesta área ou questões de perfeccionismo para não colaborar: grão a grão, enche a galinha o papo. É ou não verdade?
E estejamos todos descansados, que de entre nós há quem cuide de dar ordem às mais desordenadas contribuições. VENHAM LÁ ESSAS HISTÓRIAS!

Por este andar, quem sabe se um dos próximos encontros não será no Lubango. Estejam alerta OLIVA e PERES!

Nota importante:despedimo-nos de Oliveira de Frades, visitando a campa do saudoso chefe Artur Pereira. Fundou o Agrupamento de Escuteiros de O. Frades, que completou nesta data o 10ºaniversário.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A mochila já está pronta

Amanhã, por esta hora já estaremos na estrada.

Como se constata, a dinâmica do blog é fraca ou nula.
Decidi oferecer uma PRENDA a quem - por aqui passasse:o POEMA que o VALÉRIO dedica a todos que estarão em Oliveira de Frades. E aos que - como ele - por razões ponderosas, não podem participar no "acampamento" deste ano


Queridos Irmãos Escutas

Ontem
foram curtas as horas
e hoje
longas não serão as horas
e amanhã
já as horas faltarão
para dizer-vos
oh! manhãs do meu suporte
como vos tenho no coração
como sois a sorte
de no desencontro
serem amarração.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Atualidade da terra II


Apesar de muitos (a)pesares decidi criar um blogue para colecionar as notícias do LUBANGO ou de uma ou outra localidade da província da Huíla.

O objectivo era mais vasto: resumir as notícias encontradas.Não excluo a possibilidade de ir fazendo, mas até a própria recolha tem-me exigido mais do que esperava.

Peço desculpa pela (aparente ou real) preguiça. Mas é com gosto que vos ofereço o endereço:

http://cascatahuila.blogspot.com/



Nota: hão-de reparar na tentativa de me adaptar ao acordo ortográfico

Foto: J. Seixas

terça-feira, 20 de julho de 2010

ATUALIDADE DA NOSSA TERRA

REGRESSO

Pois, adoptei este tema no nosso fio
(com o intuito de despertar o maralhal
desta letargia "internaútica"...),
com uma singela história que se passou
no sábado transacto comigo e um grupo de
escuteiros do Agrupamento da Sé, que se
encontravam por aquelas bandas numa prova
escutista.


Ao final do expediente na loja (por volta das 14h.30m)
dirigi-me ao jardim entre a Mapel (quem se recorda -
antiga «Leba») e a Gráfica da Huíla, na intenção de
comprar uns ananazes a umas kitandeiras que andavam
por ali.

Encontrava-se lá um grupo de cerca de 8 exploradores
que rondavam os 14/16 anos, devidamente fardados, a
regatear umas maçãs a uma kitandeira pois, ao que me
apercebi estavam todos "a roçar nas jantes", isto é,
sem cheta nenhuma, como nós nos "tempos do antigamente".

Eu então lancei-lhes um repto a quem me respondesse
primeiro e sem se enganar, quais os 3 mandamentos dos
escutas, que pagar-lhe-ia uma maçã.
Não é que os tipos/as responderam rapidamente e em
uníssono à minha pergunta?!
Resultado: tive que desembolsar massa para "honrar o meu compromisso" ao maralhal.

Nesse dia, regressei no tempo e espaço mais de 35 anos
pois,curiosamente nesse mesmo jardim com a minha célebre
Patrulha Veado,tivemos algumas provas ali.

Aquela canhota e... despertem lá, ó Pessoal! [Smile]

FPeres

----- IN "SANZALANGOLA"

sábado, 3 de julho de 2010

DESAFIO

“Começamos a sentir necessidade de publicar as nossas memórias. Um mar infinito de "estórias", … que, o inexorável PDI um dia se encarregará de as diluir se não tomarmos as precauções que a nossa experiência nos impõe.
Este, é … um convite a que cada um individualmente ou em grupo, venha "postar" tudo o que possa enriquecer aqueles bons e inesqueciveis momentos que vivemos num tempo em que … nele traçámos as mais bonitas recordações e uma sã e saudável amizade eterna.”
- FTH

Sou daqueles que dá muita importância ao passado. Lamento não ter estudado mais História para que o meu futuro fosse construído de forma diferente. É um pouco semelhante à necessidade de conhecer as raízes, para saber até onde estender os ramos.
Nunca considerei este espaço como uma montra do saudosismo que possa existir em nós, que vivemos outro tempo, noutra terra…Acho que, de tão deturpada a utilização do conceito, já nem sei o verdadeiro significado. Espero que me perdoem a preguiça para proceder à investigação.

Não sei até que ponto a integração de cada um de nós, numa sociedade diferente, num tempo diferente nos forçou a abdicar de alguma parcela do passado.
Da minha experiência pessoal, posso afirmar que não cedi um milímetro: era (é) a mais valiosa herança que me deixaram.
Compreendo, perfeitamente, que não tenha sucedido o mesmo à maioria de nós. Por opção própria ou por força das condições da dita integração, compreendo que alguém tenha posto uma pedra sobre o passado. Não compreendo tão bem que sejam esquecidos ou relegados para segundo plano aqueles, que pertencendo ao passado, brincaram e/ou estudaram connosco.

Por isso, só vejo virtudes nos Encontros dos meninos de ontem, independentemente do tamanho do S dos senhores de hoje.
Sabia que ia faltar no dia 26 de Junho. Não sei se tenho capacidade para vos mobilizar, mas a minha intenção ao contactar-vos, sem vos anunciar a minha menor possibilidade de comparecer, era de não desmobilizar ninguém.
Imagino o que perdi e, por isso, anseio que me/nos contem. Utilizem o blog, também para as “estórias” da actualidade. E fotos?
Quem aceita o desafio?
BOA CAÇA

terça-feira, 1 de junho de 2010

domingo, 9 de maio de 2010

PARA REFLECTIR

O TANETAS deixou esta mensagem no nosso fio na Sanzalangola.
Uma vez que os sanzaleiros do CCXI são cada vez menos, prometi-lhe colocar o texto aqui para a reflexão de todos nós.
Posso adiantar que o Mário Pinto, também residente em Angola, respondeu ao email. Se não fosse ter viagem marcada para outro país...poderiamos ter uma surpresa!



Uma boa almoçarada é óptimo!!
Na sede do "exilio" talvez seja dificil a presença de uns tantos.
Depois vê que a "tradição" que no e-mail me falas , se resume nesse encontro aonde o saudosismo não é transmitido nem tão tem sido vinculo de aglutinação,talvez por ser um lugar de vaidades,quando nunca tivemos vedetas.Tenho proposto criar um centro para aglutinar fotos e factos para um album.
Propus o Rogério, cota (*) bichinhos, a coordenar a enorme e paciente tarefa.Vamos largar os "guitos" e teremos o dito feito, porque o Bastos o bastante sub-guia do Guia da Memória do CCXI.
Se somos e fomos do CCXI porque não aglutinarmos os nossos filhos?
VAMOS JUNTOS!! TTRRAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUPA


*-procedi SÓ às correcções de lapsos na teclagem. esta não é!!!!

terça-feira, 23 de março de 2010

domingo, 31 de janeiro de 2010