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Com a ajuda preciosa do T. Homem, que me indicou como é que isto se fazia, cá me encontro a "blogar".
E como o n/ redactor principal (Guerra) não esteve presente no nosso encontro anual, por motivos familiares, vou tentar assumir provisoriamente esse papel para relatar sucintamente o que de mais importante se passou e viveu durante o fim de semana de 30 de Junho e 1 de Julho.
Sei que a intenção principal da criação deste blog foi a recolha das histórias que fizeram o CCXI. Mas acho que também não fica mal que se escreva aqui do passado mais recente, neste caso o nosso último encontro.
As hostilidades começaram na Albergaria Ulveira, em Oliveira de Frades, por volta do meio dia, com a recepção às entidades devidamente convocadas pelo E-mail do Dinis. Compareceram à chamada ( vamos a ver se não me esqueço de nenhum) o Brás, o Alfredo, o Oliva, o Nuno, o Dinis, o Teixeira Homem, o Russo, o Pereira, o Barradas, o Chefe Ribeiro e Eu, acompanhados pelas respectivas caras-metades. Como vêem, poucos mas bons. Mas com grande e grata surpresa apareceu mais um que andava desaparecido desde a "fuga" de Angola: o HUMBERTO RAMOS, mais um elemento a juntar à nossa lista dos "velhinhos do CCXI". Bem vindo Humberto e já não te deixamos escapar!
Feito o check-in havia que forrar as paredes dos estomagos (principalmente as do Nuno, que não se fartava de protestar sobre o atraso do almoço) fomos degustar um apetitoso "pito" tipo Casa Verde, acompanhado por um tintol de Silgueiros.
A parte da tarde foi passada a visionar CDs com fotos antigas dos acampamentos dos nosso Agrupamento (graças ao Ch. Ribeiro) e de alguns dos nossos encontros, inclusívé da recente viagem a Sá da Bandeira de alguns de nós. Só é pena e aqui fica o meu mais veemente protesto, que o Hélder nos tenha impingido o visionamento de um CD ocupado quase a 100 % com imagens de um tal de Sporting! Altamente lamentável!
Como previsto e porque era dia 30 de Junho, data de aniversário do Pereira, o jantar foi "Chez' Pereirá", onde se juntaram mais dois dos "antigos": o Bjeu e o Nelson Mendonça (com chegada retardada pois perdeu-se na saída da A-25 e acho que já ia a caminho de Viseu quando deu pelo engano), para além de outros amigos e familiares do anfitrião.
Sobre a ementa, escuso-me de a publicar para não deixar a salivar os ausentes. Só vos digo que havia por lá uns torresmos e uma broa que era de se lhe tirar o chapéu.
Mais para a noitinha, e após a afinação das vozes à custa de mais uns "silgueiros" e afins, seguiu-se a costumada cantoria, em que imperaram aos nossas velhas canções e algumas do espólio da Academia da Huíla, pois além de escuteiros também somos Maconginos. Mas, devido ao PDI, os nossos neurónios já não são os mesmos e isso reflectiu-se na qualidade das interpretações e na falha das letras. Fez muita falta o Rogério que, apesar da "avançada idade", ainda é o nosso melhor intérprete.
Após o "parabéns ao Pereira" e a oferta ao mesmo de uma lembrança de todos nós, acompanhada do discurso do Ch. Ribeiro, que maldosamente o pôs de lagriminha ao canto do olho, sem se dar por isso eram quase duas da manhã e resolvemos por isso pôr um interregno nas libações, pois amanhã também era dia.
DOMINGO - Após a alvorada, tardia como seria de esperar, e mais ou menos disfarçadas as "remelas", adquiridos os incontornáveis e apetitosos Pasteis de Vouzela e as belas cerejas de Resende, lá fomos a caminho de mais um repasto, desta vez na vila de Vouzela, numa quinta sobranceira à vila. Com muita pena, alguns já não estiveram presentes pois, devido a outros afazeres e compromissos, tiveram de se ausentar mais cedo.
Mesmo assim foi mais uma bela jornada, vulgo almoçarada, embora a vitela não estivesse grande coisa e o mousse de chocolate tivesse sido insuficente para contentar o Humberto, que só por vergonha não pediu um tuperwere ( não sei se é assim que se escreve) para levar para Oeiras o pouco que sobrou.
Como estava muita gente estranha ao nosso convívio na sala de refeições, tivemos que ser mais comedidos nas nossas manifestações, o que foi pena, pois nem parecíamos os mesmos da véspera. Proponho que de futuro nestas ocasiões reservemos uma sala só para nós, para assim podermos extravasar toda a nossa alegria e "pintar a manta".
Como os Kimbos de alguns ficavam a algumas centenas de Kms., deu-se por encerrada a sessão, eram cerca das 16 horas, antecedida pela Canção do Adeus, muito mal cantada e com muitas fífias.
Quanto a fotos que ajudassem a amenizar este já longo texto, desculpem-me mas para já não há. É que o fotografo oficial do encontro, o Humberto Ramos, ainda não está ligado à Net. Assim teremos de esperar que ele se ligue e que depois nos faça chegar as respectivas.
Com o acordo e a promessa de que para o ano há mais, e de novo em Oliveira de Frades, (parece-me que definitivamente o local por nós adoptado para revivermos e vivermos os nossos momentos) até lá, se não fôr antes!
´Nhotas.
P.S.- Das poucas e fracas fotos que tirei com o meu telélé, vou postar uma do Ch. Ribeiro.