Agora clica em cima do Link para ver a boa ação ...
http://www.youtube.com/watch?v=5EVxwz81WLo
terça-feira, 20 de março de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
1º Encontro - Figueira da Foz

Estávamos para aí no ano de 1977 (salvo erro, porque o PDI já não ajuda), quando o Smith se lembrou de convocar os disponíveis para o 1º Encontro dos Escuteiros do CCXI no exílio.
O lugar acordado foi a Figueira da Foz, e num Sábado para lá se dirigiram o Dinis, o Luís, o Oliva, o Pereira, o Quim (que veio de mota, como é visível na foto) e o Rogério. O Smith, como bom organizador que era, não apareceu! Tal facto viria a repetir-se mais algumas vezes em encontros futuros, em que ou não aparecia, ou se perdia e chegava tarde e a más horas! E, para começar em grande, assim aconteceu, pois era meia-noite quando fomos pela última vez à estação da CP da Figueira e do Smith nem sombra.
Com esta importante e inesperada baixa nos nossos efectivos, lá procurámos local para pernoitar, e o que nos pareceu melhor e mais prático foi em plena praia junto ao paredão, já na zona de Buarcos, onde então montámos a “barraquinha” (mais há frente explico o porquê do diminutivo) do Pereira.
Sendo a Figueira da Foz uma cidade com um Casino, deveria impor-se uma visita. Só que, devido às parcas possibilidades financeiras existentes na altura, desistimos da ideia e optámos por passar o tempo num dos primeiros jogos electrónicos de que há memória: aquele ecrã tipo televisor com uma rodinha de cada lado, que fazia movimentar um traço procurando acertar numa bola que ia e vinha ao longo do ecrã, simulando um jogo de ténis. Isto deve ter sido o precursor das PlayStations, e nós estivemos lá!
Do jantar de que já não recordo a ementa nem o local, sobrou-nos um enorme melão! Alguém terá dito que ele estava muito rijo e que teria de ser amaciado. Para isso, o Rogério, que era aluno de Agronomia, como tal com ligações ao “ramo”, sugeriu que se realizasse uma espécie de jogo de râguebi em que a bola seria o dito cujo. Assim, aí pelas quatro da manhã, em plena praia de Buarcos, foram avistados seis marmanjos aos trambolhões e a atirar com um melão à cara uns dos outros. Quando nos pareceu que a “bola” já estaria mais ou menos amolecida, lá serviu de sobremesa.
Como a madrugada já despontava, havia que passar pelas brasas, e lá fomos até à tal barraquinha do Pereira. E digo “barraquinha” porque era isso mesmo, só lá deveriam caber 2 pessoas e à rasca! E digo “deveriam” porque acabaram por lá entrar cinco! Só o Pereira, que devido a ser o dono da mesma (noblesse oblige) e por ser o mais avantajado de todos, teve de dormir ao relento dentro do saco-cama.
Mal ou bem lá se descansaram umas horitas, e quando a manhã do dia seguinte já ia adiantada e muitas pessoas circulavam pelo calçadão de Buarcos, deu-se a alvorada. E como a barraca estava mesmo encostada ao paredão, qual não foi o espanto de algumas pessoas quando viram o Pereira a “despir” o saco-cama e a ficar só em cuecas!
Depois de um banho nas águas geladas da Figueira, para despertar dos excessos e da noite mal dormida, preparámo-nos para a longa caminhada até à “terra” do Quim, onde era dia de festa na aldeia. O Quim, esperto, foi de mota a abrir e a indicar o percurso, e nós desgraçadinhos lá fomos atrás dele estrada fora (creio que ainda palmilhámos uns bons quilómetros), tendo chegado à povoação era já noite serrada.
Fomos agradavelmente surpreendidos pela recepção à nossa chegada, especialmente por parte de uma jovem muito simpática e “algo boa”, à qual começámos a fazer “olhinhos”. Sol de pouca dura, porque logo a seguir foi-nos apresentada pelo Quim como sendo a sua cunhada! Enfim! Anos mais tarde voltaria a encontrá-la em casa do Quim, em Faro, e só posso dizer que a impressão inicial que nos tinha ficado da sua simpatia se manteve. Ela é a simpatia em pessoa.
Mas a festa estava animada, e proporcionou-nos um resto de noite muito agradável, tendo-nos depois sido cedido um local para pernoitarmos. No dia seguinte seria o regresso às nossas casas, levando na bagagem o sentimento de que tínhamos iniciado e tornado possível o slogan de que “só as montanhas jamais de encontram”.
E foi mais ou menos assim, tirando alguns pormenores a acontecimentos que a memória já não alberga, que se passou o nosso primeiro encontro em terras de Portugal. Seria o precursor de muitos mais que ao longo dos anos se vêm realizando e que têm feito manter acesa a chama da amizade e da camaradagem dos “velhinhos” do CCXI, e que permitiram também o conhecimento e o contacto com as famílias que entretanto fomos criando.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
O ex-CCXI está vivo!
Este fim de semana foi particularmente quente, em todo o Portugal. Oliveira de Frades, aqueceu um pouco mais, graças ao Encontro anual dos Escuteiros do ex-CCXI.
Para além dos anfitriões: a família Pereira, o calor humano ficou a dever-se a João Ribeiro e esposa, José Barradas e esposa; José Braz, Manuel Ribeiro e respectivas esposas, Alfredo Daniel (Smith) e seus sobrinhos Patrícia e David, Fernando Bastos, José Dinis, José Guerra, Luís Bastos, Mário Russo, Nelson Mendonça, Nuno Santos e Rogério Andrade.
As actividades iniciaram-se na noite de sexta feira, pois a gastronomia de Lafões faz recordar a nossa Huíla. Contudo, o sábado proporciona a maior concentração dos amigos de infância/juventude que se reúnem na nossa sede no “Ultramar” e, por isso, nos esforçamos por cumprir um programa aliciante (para além dos pitéus).
Depois de apreciar a versão local do churrasco da Arimba, dirigimo-nos à Feira Medieval (cartaz anexo). Apesar da aprazibilidade do local – zona verde servida por um irmão do Mucufi – foi necessária alguma capacidade de desenrascanço para usufruir de uma sombra e ter pena de alguns protagonistas da Feira, cujas vestes expressavam bem a imagem da época, mas provocavam excesso de suor. E certamente, sede. Nós, mais desportivamente trajados, tivemos muita sede. Depois de fazer o câmbio dos euros pela moeda local, tivemos acesso a cerveja fresca servida em copos fabricados em material da região – argila negra? E a certa altura, o Rogério decidiu oferecer-nos vinho!!!!!!!! Apesar de fresco, as recusas foram várias. Ninguém queria correr o risco de “fazer misturas”. Não há provas de que o Rogério tenha deitado o vinho ao rio…
Para abrir o apetite, organizou-se um “torneio internacional” de jogo da MALHA!
Dado o valor dos contendores, foi necessário constituir uma equipa de juízes de prestígio internacional. (Não é conhecida a realização de qualquer jantar, fora das instalações do Encontro!)
A vitória foi atribuída a uma dupla muito conhecida desde os tempos da “RODA”:
Braz/Pereira.
O jantar foi, simultaneamente, um momento de trabalho. No seguimento das decisões tomadas o ano passado, continua-se a reunir o espólio do CCXI. O Barradas trouxe imenso material e muitas, muitas novidades para a maioria de nós. Por exemplo: quem sabia que o 1º programa radiofónico de escuteiros foi “Juventude em Foco”, no Rádio Clube da Huíla?
Creio que já era domingo, quando começámos a “lutar” com as imensas sobremesas, que iam sendo colocadas na mesa, enquanto os diversos oradores relatavam a história do movimento juvenil na ex-Sá da Bandeira, onde se incluía o Escutismo. Antes do almoço, a disciplina adquirida nas imediações da Sé Catedral, viabilizou uma reunião onde se fizeram projectos.
De imediato, todos nos devemos envolver na recolha de recordações das nossas actividades entre 1964/65 e 1975.
Todas as formas de contribuição são válidas. Admite-se que as TIC sejam a via privilegiada, mas ninguém deve alegar dificuldades nesta área ou questões de perfeccionismo para não colaborar: grão a grão, enche a galinha o papo. É ou não verdade?
E estejamos todos descansados, que de entre nós há quem cuide de dar ordem às mais desordenadas contribuições. VENHAM LÁ ESSAS HISTÓRIAS!
Por este andar, quem sabe se um dos próximos encontros não será no Lubango. Estejam alerta OLIVA e PERES!
Nota importante:despedimo-nos de Oliveira de Frades, visitando a campa do saudoso chefe Artur Pereira. Fundou o Agrupamento de Escuteiros de O. Frades, que completou nesta data o 10ºaniversário.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
A mochila já está pronta
Amanhã, por esta hora já estaremos na estrada.
Como se constata, a dinâmica do blog é fraca ou nula.
Decidi oferecer uma PRENDA a quem - por aqui passasse:o POEMA que o VALÉRIO dedica a todos que estarão em Oliveira de Frades. E aos que - como ele - por razões ponderosas, não podem participar no "acampamento" deste ano
Queridos Irmãos Escutas
Ontem
foram curtas as horas
e hoje
longas não serão as horas
e amanhã
já as horas faltarão
para dizer-vos
oh! manhãs do meu suporte
como vos tenho no coração
como sois a sorte
de no desencontro
serem amarração.
Como se constata, a dinâmica do blog é fraca ou nula.
Decidi oferecer uma PRENDA a quem - por aqui passasse:o POEMA que o VALÉRIO dedica a todos que estarão em Oliveira de Frades. E aos que - como ele - por razões ponderosas, não podem participar no "acampamento" deste ano
Queridos Irmãos Escutas
Ontem
foram curtas as horas
e hoje
longas não serão as horas
e amanhã
já as horas faltarão
para dizer-vos
oh! manhãs do meu suporte
como vos tenho no coração
como sois a sorte
de no desencontro
serem amarração.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Atualidade da terra II

Apesar de muitos (a)pesares decidi criar um blogue para colecionar as notícias do LUBANGO ou de uma ou outra localidade da província da Huíla.
O objectivo era mais vasto: resumir as notícias encontradas.Não excluo a possibilidade de ir fazendo, mas até a própria recolha tem-me exigido mais do que esperava.
Peço desculpa pela (aparente ou real) preguiça. Mas é com gosto que vos ofereço o endereço:
http://cascatahuila.blogspot.com/
Nota: hão-de reparar na tentativa de me adaptar ao acordo ortográfico
Foto: J. Seixas
terça-feira, 20 de julho de 2010
ATUALIDADE DA NOSSA TERRA
REGRESSO
Pois, adoptei este tema no nosso fio
(com o intuito de despertar o maralhal
desta letargia "internaútica"...),
com uma singela história que se passou
no sábado transacto comigo e um grupo de
escuteiros do Agrupamento da Sé, que se
encontravam por aquelas bandas numa prova
escutista.
Ao final do expediente na loja (por volta das 14h.30m)
dirigi-me ao jardim entre a Mapel (quem se recorda -
antiga «Leba») e a Gráfica da Huíla, na intenção de
comprar uns ananazes a umas kitandeiras que andavam
por ali.
Encontrava-se lá um grupo de cerca de 8 exploradores
que rondavam os 14/16 anos, devidamente fardados, a
regatear umas maçãs a uma kitandeira pois, ao que me
apercebi estavam todos "a roçar nas jantes", isto é,
sem cheta nenhuma, como nós nos "tempos do antigamente".
Eu então lancei-lhes um repto a quem me respondesse
primeiro e sem se enganar, quais os 3 mandamentos dos
escutas, que pagar-lhe-ia uma maçã.
Não é que os tipos/as responderam rapidamente e em
uníssono à minha pergunta?!
Resultado: tive que desembolsar massa para "honrar o meu compromisso" ao maralhal.
Nesse dia, regressei no tempo e espaço mais de 35 anos
pois,curiosamente nesse mesmo jardim com a minha célebre
Patrulha Veado,tivemos algumas provas ali.
Aquela canhota e... despertem lá, ó Pessoal! [Smile]
FPeres
----- IN "SANZALANGOLA"
Pois, adoptei este tema no nosso fio
(com o intuito de despertar o maralhal
desta letargia "internaútica"...),
com uma singela história que se passou
no sábado transacto comigo e um grupo de
escuteiros do Agrupamento da Sé, que se
encontravam por aquelas bandas numa prova
escutista.
Ao final do expediente na loja (por volta das 14h.30m)
dirigi-me ao jardim entre a Mapel (quem se recorda -
antiga «Leba») e a Gráfica da Huíla, na intenção de
comprar uns ananazes a umas kitandeiras que andavam
por ali.
Encontrava-se lá um grupo de cerca de 8 exploradores
que rondavam os 14/16 anos, devidamente fardados, a
regatear umas maçãs a uma kitandeira pois, ao que me
apercebi estavam todos "a roçar nas jantes", isto é,
sem cheta nenhuma, como nós nos "tempos do antigamente".
Eu então lancei-lhes um repto a quem me respondesse
primeiro e sem se enganar, quais os 3 mandamentos dos
escutas, que pagar-lhe-ia uma maçã.
Não é que os tipos/as responderam rapidamente e em
uníssono à minha pergunta?!
Resultado: tive que desembolsar massa para "honrar o meu compromisso" ao maralhal.
Nesse dia, regressei no tempo e espaço mais de 35 anos
pois,curiosamente nesse mesmo jardim com a minha célebre
Patrulha Veado,tivemos algumas provas ali.
Aquela canhota e... despertem lá, ó Pessoal! [Smile]
FPeres
----- IN "SANZALANGOLA"
sábado, 3 de julho de 2010
DESAFIO
“Começamos a sentir necessidade de publicar as nossas memórias. Um mar infinito de "estórias", … que, o inexorável PDI um dia se encarregará de as diluir se não tomarmos as precauções que a nossa experiência nos impõe.
Este, é … um convite a que cada um individualmente ou em grupo, venha "postar" tudo o que possa enriquecer aqueles bons e inesqueciveis momentos que vivemos num tempo em que … nele traçámos as mais bonitas recordações e uma sã e saudável amizade eterna.”- FTH
Sou daqueles que dá muita importância ao passado. Lamento não ter estudado mais História para que o meu futuro fosse construído de forma diferente. É um pouco semelhante à necessidade de conhecer as raízes, para saber até onde estender os ramos.
Nunca considerei este espaço como uma montra do saudosismo que possa existir em nós, que vivemos outro tempo, noutra terra…Acho que, de tão deturpada a utilização do conceito, já nem sei o verdadeiro significado. Espero que me perdoem a preguiça para proceder à investigação.
Não sei até que ponto a integração de cada um de nós, numa sociedade diferente, num tempo diferente nos forçou a abdicar de alguma parcela do passado.
Da minha experiência pessoal, posso afirmar que não cedi um milímetro: era (é) a mais valiosa herança que me deixaram.
Compreendo, perfeitamente, que não tenha sucedido o mesmo à maioria de nós. Por opção própria ou por força das condições da dita integração, compreendo que alguém tenha posto uma pedra sobre o passado. Não compreendo tão bem que sejam esquecidos ou relegados para segundo plano aqueles, que pertencendo ao passado, brincaram e/ou estudaram connosco.
Por isso, só vejo virtudes nos Encontros dos meninos de ontem, independentemente do tamanho do S dos senhores de hoje.
Sabia que ia faltar no dia 26 de Junho. Não sei se tenho capacidade para vos mobilizar, mas a minha intenção ao contactar-vos, sem vos anunciar a minha menor possibilidade de comparecer, era de não desmobilizar ninguém.
Imagino o que perdi e, por isso, anseio que me/nos contem. Utilizem o blog, também para as “estórias” da actualidade. E fotos?
Quem aceita o desafio?
BOA CAÇA
Este, é … um convite a que cada um individualmente ou em grupo, venha "postar" tudo o que possa enriquecer aqueles bons e inesqueciveis momentos que vivemos num tempo em que … nele traçámos as mais bonitas recordações e uma sã e saudável amizade eterna.”- FTH
Sou daqueles que dá muita importância ao passado. Lamento não ter estudado mais História para que o meu futuro fosse construído de forma diferente. É um pouco semelhante à necessidade de conhecer as raízes, para saber até onde estender os ramos.
Nunca considerei este espaço como uma montra do saudosismo que possa existir em nós, que vivemos outro tempo, noutra terra…Acho que, de tão deturpada a utilização do conceito, já nem sei o verdadeiro significado. Espero que me perdoem a preguiça para proceder à investigação.
Não sei até que ponto a integração de cada um de nós, numa sociedade diferente, num tempo diferente nos forçou a abdicar de alguma parcela do passado.
Da minha experiência pessoal, posso afirmar que não cedi um milímetro: era (é) a mais valiosa herança que me deixaram.
Compreendo, perfeitamente, que não tenha sucedido o mesmo à maioria de nós. Por opção própria ou por força das condições da dita integração, compreendo que alguém tenha posto uma pedra sobre o passado. Não compreendo tão bem que sejam esquecidos ou relegados para segundo plano aqueles, que pertencendo ao passado, brincaram e/ou estudaram connosco.
Por isso, só vejo virtudes nos Encontros dos meninos de ontem, independentemente do tamanho do S dos senhores de hoje.
Sabia que ia faltar no dia 26 de Junho. Não sei se tenho capacidade para vos mobilizar, mas a minha intenção ao contactar-vos, sem vos anunciar a minha menor possibilidade de comparecer, era de não desmobilizar ninguém.
Imagino o que perdi e, por isso, anseio que me/nos contem. Utilizem o blog, também para as “estórias” da actualidade. E fotos?
Quem aceita o desafio?
BOA CAÇA
terça-feira, 1 de junho de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
PARA REFLECTIR
O TANETAS deixou esta mensagem no nosso fio na Sanzalangola.
Uma vez que os sanzaleiros do CCXI são cada vez menos, prometi-lhe colocar o texto aqui para a reflexão de todos nós.
Posso adiantar que o Mário Pinto, também residente em Angola, respondeu ao email. Se não fosse ter viagem marcada para outro país...poderiamos ter uma surpresa!
Uma boa almoçarada é óptimo!!
Na sede do "exilio" talvez seja dificil a presença de uns tantos.
Depois vê que a "tradição" que no e-mail me falas , se resume nesse encontro aonde o saudosismo não é transmitido nem tão tem sido vinculo de aglutinação,talvez por ser um lugar de vaidades,quando nunca tivemos vedetas.Tenho proposto criar um centro para aglutinar fotos e factos para um album.
Propus o Rogério, cota (*) bichinhos, a coordenar a enorme e paciente tarefa.Vamos largar os "guitos" e teremos o dito feito, porque o Bastos o bastante sub-guia do Guia da Memória do CCXI.
Se somos e fomos do CCXI porque não aglutinarmos os nossos filhos?
VAMOS JUNTOS!! TTRRAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUPA
*-procedi SÓ às correcções de lapsos na teclagem. esta não é!!!!
Uma vez que os sanzaleiros do CCXI são cada vez menos, prometi-lhe colocar o texto aqui para a reflexão de todos nós.
Posso adiantar que o Mário Pinto, também residente em Angola, respondeu ao email. Se não fosse ter viagem marcada para outro país...poderiamos ter uma surpresa!
Uma boa almoçarada é óptimo!!
Na sede do "exilio" talvez seja dificil a presença de uns tantos.
Depois vê que a "tradição" que no e-mail me falas , se resume nesse encontro aonde o saudosismo não é transmitido nem tão tem sido vinculo de aglutinação,talvez por ser um lugar de vaidades,quando nunca tivemos vedetas.Tenho proposto criar um centro para aglutinar fotos e factos para um album.
Propus o Rogério, cota (*) bichinhos, a coordenar a enorme e paciente tarefa.Vamos largar os "guitos" e teremos o dito feito, porque o Bastos o bastante sub-guia do Guia da Memória do CCXI.
Se somos e fomos do CCXI porque não aglutinarmos os nossos filhos?
VAMOS JUNTOS!! TTRRAAAAAAUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUPA
*-procedi SÓ às correcções de lapsos na teclagem. esta não é!!!!
terça-feira, 23 de março de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Silêncio ensurdecedor!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
O ROGÉRIO ESTAVA NO SEU MELHOR!
Não encontro forma mais expressiva para resumir o que se passou no fim de semana de 20 e 21 de Junho (de 2009), em Castelo Branco.
Teria sido atingido o êxito pleno, se o Rogério não optasse por ir do km16 à cascata da Huíla, VIA …RUACANÁ!!! Chegou às 21 horas…para o almoço.
Perdemos muitas das histórias, que trazia “engatilhadas”. Mas ele também perdeu o lado científico do Encontro: sabiam que o Chefe Ribeiro, em termos académicos e profissionais é especializado em ARQUEOLOGIA?
Eu não sabia e fiquei maravilhado com as explicações que ele foi dando nas visitas aos locais históricos da cidade. O Sol estava castigador, mas estivémos sempre perto de àgua.
Soubémos da quantidade de escavações que efectuou, com a ajuda de jovens de várias nacionalidades. E até conseguiu que um deles fotografasse o interior da cisterna do Castelo, de cabeça para baixo e preso pelos pés! Enfim…”rato de biblioteca” já nós sabíamos que não era, i.e. tem de se lá passar umas horas, mas o estudo (a vida) ao ar livre dá outro traquejo…
Merece mais um BRAVO, BRAVÍSSIMO!
Retribuimos com um bom comportamento na sede do Agrupamento CLX, a que o Chefe Ribeiro esteve muitos anos ligado. Espontâneamente (ou não estivesse lá o Nuno e o Braz!) cantámos na visita aos cantos dos Exploradores e dos Lobitos. (Se fosse na Metrópole os miúdos diriam: os kotas estão passados!) . Trocámos recordações, coincidentemente ligadas ao 40º aniversário de ambos os agrupamentos.
Recebemos 2 telefonemas de Angola. Tanetas e Oliva (este aniversariante no dia 19) e uma mensagem do Mário (Zeca) Gonçalves, por email a partir de Moçambique.
Estou a imaginar que gostavam de saber as histórias e anedotas que o Rogério contou.
O Chefe da Redacção do Hainoky (Luis Bastos, obviamente) faltou e não destacou repórter para gravar. Eu, estava dispensado pelos médicos, e limitei-me a controlar o RISO, de forma a que se percebesse que estava a chorar…não por causa do rim…mas fruto da qualidade da teatralidade que o Rogério impunha a cada história.
Já vai longo o resumo e há que destacar 2 notas muito significativas:
Está garantida a continuidade dos nossos encontros. A Maria, neta do Quim, acompanhou-nos para todo o lado. Dormir? ‘tá bem, ‘tá!
O David Daniel – filho do falecido Fernando – tinha manifestado interesse em participar. Foi acompanhado pelos tios, nomeadamente o Vitor que andava mais desligado destas andanças.
Por estas e outras razões, a organização das Comemorações do 45º Aniversário já começou.
O Campos é o 1º inscrito…
Sempre Alerta!
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
ATÉ SEMPRE DANIEL

Morreu o Daniel!
Coisa estúpida, quando ao abrir o E-mail se depara com a notícia da morte de um amigo.
Se é para se receber notícias destas, nem devia haver o correio electrónico.
Mas aconteceu e temos de viver com isso.
Fica a saudade e a recordação dos momentos, já distantes, vividos em conjunto.
Nunca me esquecerei dos tempos em que eu e ele fizemos parte da Patrulha Veado, a segunda patrulha em Sá da Bandeira, após a Patrulha Lobo, do Barradas.Foi com ele e mais alguns (o Rogério...) que construímos o nosso canto de Patrulha na nossa sede. E sem ele nada teria sido o mesmo, pois a sua habilidade para a pintura e para a bricolage era única. Não me esqueço que, após termos despachado um "conceituado ?" pintor que nos tinham indicado para pintar o painel central da sede, teve de ser o Daniel a meter mãos à obra. E que belo mural ele pintou!
Coisa estúpida, quando ao abrir o E-mail se depara com a notícia da morte de um amigo.
Se é para se receber notícias destas, nem devia haver o correio electrónico.
Mas aconteceu e temos de viver com isso.
Fica a saudade e a recordação dos momentos, já distantes, vividos em conjunto.
Nunca me esquecerei dos tempos em que eu e ele fizemos parte da Patrulha Veado, a segunda patrulha em Sá da Bandeira, após a Patrulha Lobo, do Barradas.Foi com ele e mais alguns (o Rogério...) que construímos o nosso canto de Patrulha na nossa sede. E sem ele nada teria sido o mesmo, pois a sua habilidade para a pintura e para a bricolage era única. Não me esqueço que, após termos despachado um "conceituado ?" pintor que nos tinham indicado para pintar o painel central da sede, teve de ser o Daniel a meter mãos à obra. E que belo mural ele pintou!

Belos tempos os da Patrulha Marimbondo (foi o Daniel que desenhou o nosso logotipo, que idealizou a capa do jornal Hainocky), em que em conjunto com o "nosso" Pe. António, organizámos os melhores acampamentos do CCXI.
O Daniel, com o seu jeito e conhecimento da música, era o nosso "Top Mais". As novidades musicais eram sempre apresentadas e cantaroladas por ele. Foi graças a ele que comecei a gostar dos Beatles, dos Wallace Colection, dos Roling Stones ...!
Ficam para a memória apenas estes exemplos do que foi o Daniel.
Muitos mais haveria, mas sobretudo, relembro a amizade e a camaradagem que ele sempre cultivou.
Eras Fernando de nome próprio, mas para mim e creio que para todos os que contigo conviveram, foste e serás sempre o nosso DANIEL.
Como homenagem final e para o relembrarmos, aqui fica uma foto sua, tirada no célebre acampamento do Tchionguelo.
Até sempre AMIGO!
P.S.- Hoje dia 16 de Outubro, junto mais duas fotos do Daniel, que me foram enviadas pelo seu irmão, Smith.
Etiquetas:
ATÉ SEMPRE DANIEL
sábado, 26 de abril de 2008
UM CENTRO NACIONAL AO NOSSO ALCANCE
Em S. Jacinto, Aveiro, existe um Centro Nacional de Formação Ambiental aberto a todos os escuteiros (escuteiro uma vez, escuteiro para sempre!!) que queiram passar momentos de saudade, de recordação, de convívio, de acampamento.
É um espaço perfeito, com recepção, um Salão, vários Abrigos, Balneários, Lava-Louças, Cozinha, Refeitório, uma Capela, espaço para Acampamento, Pavilhões de Formação e um espaço para a realização do Fogo de Conselho
Etiquetas:
Acampamentos,
Convívios,
Encontros
ESCUTEIRO UMA VEZ ... ESCUTEIRO TODA A VIDA
Esta é também a minha homenagem ao escutismo em Angola e muito particularmente aos escuteiros do Agrupamento nº 10 do Carmo em Luanda, Angola, comemorando o Centenário do Escutismo. Vale a pena ver (revendo-nos também, porque não?) este vídeo, feito por Aniceto de Carvalho a que ele intitula "Um mundo, uma Promessa" Agora, como antes. Só a a saudade é enorme. Deste lado do mundo, uma grande canhota a todos estes nossos irmãos escutas.
Sempre Alerta
Sempre Alerta
Etiquetas:
Centenário do Escutismo
Subscrever:
Mensagens (Atom)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
